Em Itaporanga, professora fala sobre o assalto que sofreu quando retornava para casa...


“Na hora, a gente acha que aquilo é sonho, um pesadelo, que não é real, e o que mais eu queria no momento era sair dali, é tudo tão rápido, mas parece durar uma eternidade”, disse a professora Alexandra Pereira da Silva, de 37 anos, após sofrer um assalto, quando retornava para casa, no começo da tarde dessa sexta-feira, 3. 

Depois de deixar o local onde trabalha, a creche Santa Clara, no centro de Itaporanga, a professora seguiu a pé por um caminho alternativo, por dentro do rio Piancó, em direção ao conjunto Chagas Soares, onde reside. 

Ela conta que seguia pela estrada, que fica em uma área desabitada, quando viu dois jovens saindo de uma roça e correndo em sua direção. “Naquele momento, eu já sabia que eles iriam me assaltar: então, um deles botou um estilete nas minhas gostas e agarrou com força meu braço, querendo o celular, mas eu disse que tinha apenas 40 reais, e eles pegaram o dinheiro e entraram no mato”, relatou a professora. 

A vítima conseguiu preservar seu celular, porque, quando viu a aproximação da dupla, atirou o aparelho no mato e, depois, com o afastamento dos dois criminosos, recuperou o telefone. “Itaporanga está de um jeito que a gente não pode mais confiar”, comentou a professora em tom de revolta pela sensação de insegurança.

 Ela registrou um boletim na delegacia local. Conforme o registro, os dois elementos estavam com seus rostos cobertos por panos e um deles tinha uma tatuagem de peixe na perna. “Fiquei a todo tempo de cabeça baixa, como me pediram, foi uma experiência muito desagradável, mas, agora, estou bem, ao lado de minha família”, disse. 

Fonte Folha do Vali copiado do O Blog de Piancó

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Oleh